A movimentação política nos últimos dias redesenhou o mapa do poder no Brasil, com a desincompatibilização provocando trocas imediatas no comando de 11 estados e 10 capitais.
O prazo para deixar os cargos, encerrado no último sábado (04), seguiu o rito da legislação eleitoral, que exige que ocupantes do Executivo renunciem seis meses antes do pleito caso queiram disputar postos diferentes.
Essa mudança vai muito além de uma formalidade jurídica, pois altera o equilíbrio das legendas na máquina pública e dá visibilidade a vice-governadores que, agora no exercício do cargo, ganham força para as urnas.
Entre os nomes que deixaram o poder estão figuras de peso nacional como Romeu Zema, em Minas Gerais, e Ronaldo Caiado, em Goiás, ambos vistos como potenciais presidenciáveis. A maior parte dos outros governadores que renunciaram, no entanto, deve focar seus esforços na disputa por uma vaga no Senado.
A lista de saídas percorre o país de ponta a ponta, incluindo estados como Rio de Janeiro, Pará, Distrito Federal e Amazonas. Na maioria desses locais, os vices assumem posições estratégicas para a sucessão, com exceção do Rio de Janeiro, que vive um cenário atípico e aguarda definições do Judiciário sobre como será escolhido o seu ocupante tampão.
Nas capitais, o movimento seguiu ritmo semelhante, com 10 prefeitos abandonando seus mandatos para tentar o governo estadual. Nomes influentes como Eduardo Paes, no Rio de Janeiro, e João Campos, no Recife, fazem parte desse grupo que aposta na gestão municipal como vitrine para voos maiores.
É importante destacar que essa renúncia é apenas o primeiro passo legal; a presença definitiva desses nomes nas urnas ainda depende das convenções partidárias e do registro oficial no Tribunal Superior Eleitoral, etapas que ocorrem no segundo semestre.
Enquanto uns saem, outros permanecem estrategicamente no cargo. A lei permite que governadores candidatos à reeleição continuem governando durante a campanha, como é o caso de Tarcísio de Freitas em São Paulo e Raquel Lyra em Pernambuco.
Há também aqueles que optaram por cumprir o mandato até o fim por questões políticas ou falta de consenso com seus vices, como Eduardo Leite, no Rio Grande do Sul, e Fátima Bezerra, no Rio Grande do Norte. Esse novo arranjo político define não apenas os próximos meses de gestão pública, mas também o tabuleiro de alianças que irá moldar o futuro político de cada região.
Essa mudança vai muito além de uma formalidade jurídica, pois altera o equilíbrio das legendas na máquina pública e dá visibilidade a vice-governadores que, agora no exercício do cargo, ganham força para as urnas.
Entre os nomes que deixaram o poder estão figuras de peso nacional como Romeu Zema, em Minas Gerais, e Ronaldo Caiado, em Goiás, ambos vistos como potenciais presidenciáveis. A maior parte dos outros governadores que renunciaram, no entanto, deve focar seus esforços na disputa por uma vaga no Senado.
A lista de saídas percorre o país de ponta a ponta, incluindo estados como Rio de Janeiro, Pará, Distrito Federal e Amazonas. Na maioria desses locais, os vices assumem posições estratégicas para a sucessão, com exceção do Rio de Janeiro, que vive um cenário atípico e aguarda definições do Judiciário sobre como será escolhido o seu ocupante tampão.
Nas capitais, o movimento seguiu ritmo semelhante, com 10 prefeitos abandonando seus mandatos para tentar o governo estadual. Nomes influentes como Eduardo Paes, no Rio de Janeiro, e João Campos, no Recife, fazem parte desse grupo que aposta na gestão municipal como vitrine para voos maiores.
É importante destacar que essa renúncia é apenas o primeiro passo legal; a presença definitiva desses nomes nas urnas ainda depende das convenções partidárias e do registro oficial no Tribunal Superior Eleitoral, etapas que ocorrem no segundo semestre.
Enquanto uns saem, outros permanecem estrategicamente no cargo. A lei permite que governadores candidatos à reeleição continuem governando durante a campanha, como é o caso de Tarcísio de Freitas em São Paulo e Raquel Lyra em Pernambuco.
Há também aqueles que optaram por cumprir o mandato até o fim por questões políticas ou falta de consenso com seus vices, como Eduardo Leite, no Rio Grande do Sul, e Fátima Bezerra, no Rio Grande do Norte. Esse novo arranjo político define não apenas os próximos meses de gestão pública, mas também o tabuleiro de alianças que irá moldar o futuro político de cada região.
