O PMDB reagiu a altura e disse não considerar as escolhas feitas pela presidente Dilma Roussef(PT), para os ministérios da Defesa(Nelson Jobim) e Saúde(Sérgio Côrtes), como indicações do partido.
O PMDB quer manter os espaços conquistados durante o governo do presidente Lula, mesmo reconhecendo que a presidente tem direito a uma cota pessoal.
Paralelamente, a bancada, na Câmara, nomeou o líder, Henrique Eduardo Alves, como o único interlocutor do partido para tratar da formação do Ministério.
Foi uma reação a ação do governador do Rio, Sérgio Cabral, que teria indicado o ortopedista Sérgio Côrtes, para o Ministério da Saúde. No final do dia, depois de saber da movimentação do PMDB, a presidente Dilma disse desconhecer a indicação de Sérgio Cabral.
Alexandre Cavalcanti.