A situação política e administrativa do município de Itaú está em plena efervescência com a cerimônia de diplomação do prefeito eleito, Zé Roberto Pezão, e da vice-prefeita eleita, Rosa Basílio (União Brasil), marcada para esta segunda-feira (08).
O ato formaliza o resultado das urnas e habilita legalmente os novos gestores a assumirem o poder executivo. No entanto, o cronograma oficial para a transmissão do cargo tem gerado intensos debates nos bastidores da política local.
De acordo com o Ato da Presidência nº 002/2026, publicado pela Câmara Municipal no Diário Oficial da FECAMRN, a Sessão Especial de posse está agendada para o dia 10 de junho de 2026, às 18 horas, no Plenário da casa legislativa, em documento assinado pelo presidente interino, José Melo Filho.
Contudo, fontes ligadas aos bastidores apontam divergências quanto ao momento exato da posse. Enquanto defensores da nova gestão argumentam que a assunção ao cargo deveria ser imediata após a diplomação, a publicação oficial estabelece um intervalo de dois dias.
Contudo, fontes ligadas aos bastidores apontam divergências quanto ao momento exato da posse. Enquanto defensores da nova gestão argumentam que a assunção ao cargo deveria ser imediata após a diplomação, a publicação oficial estabelece um intervalo de dois dias.
Essa diferença alimenta rumores sobre a possibilidade de medidas judiciais nas próximas horas por parte da equipe do prefeito eleito para antecipar a data.
O pano de fundo dessa disputa envolve a gestão financeira do município. Caso a data de 10 de junho seja mantida, caberá ao atual prefeito interino, Fernandes Melo, o direito legal de executar os pagamentos da folha municipal e gerenciar a primeira parcela do FPM de junho, que é a maior fatia do mês.
O pano de fundo dessa disputa envolve a gestão financeira do município. Caso a data de 10 de junho seja mantida, caberá ao atual prefeito interino, Fernandes Melo, o direito legal de executar os pagamentos da folha municipal e gerenciar a primeira parcela do FPM de junho, que é a maior fatia do mês.
Se houver decisão judicial favorável à posse antecipada de Zé Roberto Pezão, a prerrogativa de ordenar as despesas passa imediatamente para o prefeito eleito.
A população aguarda para saber se a transição seguirá o Diário Oficial ou se será definida nos tribunais.
