A disputa eleitoral em Itaú entra em uma fase decisiva, expondo estratégias distintas sobre os rumos da prefeitura.
De um lado, a campanha de Fabrício Regis e Branco Basílio parte para a apelação de tentar aproveitar o cenário para tentar transferir a popularidade do ex-prefeito Dr. André Júnior para a chapa, alegando que essa aliança assegura a manutenção do ritmo atual da cidade.
Contudo, esse movimento gera controvérsias sobre a eficácia de tal transferência e sobre os desafios de uma futura gestão petista que, mesmo se fosse composta por cidadãos de bem como Fabrício e Branco, não possuiria experiência administrativa direta.
Em contrapartida, o grupo liderado por Zé Roberto e Rosa Basílio foca no argumento da competência técnica e no histórico dos dois tanto na gestão pública quanto privada, apresentando-se como uma alternativa mais preparada para dar continuidade ao que funciona, mas, também, com a independência necessária para implementar novas mudanças que o município demanda.
O debate agora centraliza-se na escolha do eleitor entre a aposta na herança política de um grupo cujo seu líder foi cassado ou preferir a segurança de quem já conhece os mecanismos da máquina pública.
Independentemente do resultado em 17 de maio, o consenso é que o desenvolvimento de Itaú não pode estagnar, e a capacidade do próximo gestor de concluir projetos e iniciar novos ciclos de progresso será o verdadeiro teste de confiança para o futuro do município.
