Passada mais de uma semana da eleição suplementar realizada no último dia 17 de maio, a cidade de Itaú começa a deixar de lado a ressaca das comemorações para encarar a realidade administrativa. O ápice da celebração popular aconteceu no último sábado (23), com uma grande festa da vitória que reuniu a população com direito a bandas e churrasco.
No entanto, o clima festivo precisa dar lugar imediato ao trabalho, pois o município já vem sofrendo graves prejuízos e uma forte instabilidade política e administrativa provocada pela cassação do ex-prefeito André Júnior. Foi justamente esse cenário de cassação e incertezas que gerou uma série de entraves na gestão pública ao longo dos últimos meses.
Agora, com o encerramento do recente processo eleitoral, o grupo de oposição liderado por Zé Roberto Pezão e sua vice, Rosa Basílio, sai vitorioso nas urnas com a missão de pacificar e destravar a cidade, tendo derrotado tanto os candidatos apoiados pelo ex-gestor cassado quanto pelo atual prefeito interino, Fernandes Melo, que mesmo sendo do mesmo partido de Pezão, o União Brasil, atuou como um opositor ferrenho.
Essa transição de governo para as mãos da oposição exige extrema agilidade e responsabilidade, uma vez que o tempo de mandato será curto e os novos gestores precisam mostrar serviço caso pretendam disputar a reeleição em 2028.
Se a população votou pela mudança, é porque setores vitais como saúde, educação, infraestrutura e ação social enfrentam sérias deficiências que precisam ser corrigidas.
No entanto, o clima festivo precisa dar lugar imediato ao trabalho, pois o município já vem sofrendo graves prejuízos e uma forte instabilidade política e administrativa provocada pela cassação do ex-prefeito André Júnior. Foi justamente esse cenário de cassação e incertezas que gerou uma série de entraves na gestão pública ao longo dos últimos meses.
Agora, com o encerramento do recente processo eleitoral, o grupo de oposição liderado por Zé Roberto Pezão e sua vice, Rosa Basílio, sai vitorioso nas urnas com a missão de pacificar e destravar a cidade, tendo derrotado tanto os candidatos apoiados pelo ex-gestor cassado quanto pelo atual prefeito interino, Fernandes Melo, que mesmo sendo do mesmo partido de Pezão, o União Brasil, atuou como um opositor ferrenho.
Essa transição de governo para as mãos da oposição exige extrema agilidade e responsabilidade, uma vez que o tempo de mandato será curto e os novos gestores precisam mostrar serviço caso pretendam disputar a reeleição em 2028.
Se a população votou pela mudança, é porque setores vitais como saúde, educação, infraestrutura e ação social enfrentam sérias deficiências que precisam ser corrigidas.
A expectativa é que, logo após tomar posse, tanto Zé Roberto Pezão quanto Rosa Basílio ajam com rapidez absoluta para montar uma equipe de transição qualificada e definir tanto o primeiro escalão de secretários quanto os nomes do segundo escalão.
Essa equipe terá o dever de obedecer rigorosamente ao princípio da continuidade administrativa, tomando pé da situação real da prefeitura para garantir a sequência das obras em andamento, manter os serviços essenciais e planejar a captação de novos recursos, equipamentos e veículos.
O momento exige pressa para que, logo após a diplomação e a posse, a máquina pública não sofra uma nova paralisia e o povo de Itaú não seja ainda mais prejudicado.
Essa equipe terá o dever de obedecer rigorosamente ao princípio da continuidade administrativa, tomando pé da situação real da prefeitura para garantir a sequência das obras em andamento, manter os serviços essenciais e planejar a captação de novos recursos, equipamentos e veículos.
O momento exige pressa para que, logo após a diplomação e a posse, a máquina pública não sofra uma nova paralisia e o povo de Itaú não seja ainda mais prejudicado.
