Na manhã desta quinta-feira (02/07), o presidente Lula (PT) e sua comitiva estiveram na região do Alto Oeste potiguar para a inauguração do Túnel Major Sales, importante obra do Ramal do Apodi que integra a transposição do Rio São Francisco.
Durante o evento institucional, o cenário político estadual ganhou forte repercussão devido a movimentos estratégicos da comitiva governista.
Ao ouvir a multidão gritar o nome do pré-candidato a governador Cadu Xavier (PT), apoiado pela governadora Fátima Bezerra (PT), Lula reagiu com um teatral "quem é esse Cadu? Eu não conheço".
A fala foi uma manobra inteligente para escapar das amarras da legislação eleitoral, tanto que o presidente logo emendou: "mas se vocês querem gritar, podem gritar".
Setores da oposição usaram um recorte isolado do vídeo para tentar emplacar a narrativa de que o presidente desdenhou do aliado. Essa estratégia revelou-se um tiro no pé, pois, ao espalharem o vídeo omitindo o restante do contexto, os opositores geraram publicidade gratuita para o bloco situacionista por pura falha de marketing.
Outro momento de forte simbolismo ocorreu quando o presidente, em um gesto que a oposição tentou rotular como polêmica desnecessária, chamou o pré-candidato ao Senado, Rafael Motta (PDT), para subir ao palanque.
A tentativa dos adversários de criar um desgaste foi desmontada pela realidade do palco: Rafael subiu e posicionou-se de forma harmônica ao lado de Cadu e dos demais aliados da base governista.
Ao ouvir a multidão gritar o nome do pré-candidato a governador Cadu Xavier (PT), apoiado pela governadora Fátima Bezerra (PT), Lula reagiu com um teatral "quem é esse Cadu? Eu não conheço".
A fala foi uma manobra inteligente para escapar das amarras da legislação eleitoral, tanto que o presidente logo emendou: "mas se vocês querem gritar, podem gritar".
Setores da oposição usaram um recorte isolado do vídeo para tentar emplacar a narrativa de que o presidente desdenhou do aliado. Essa estratégia revelou-se um tiro no pé, pois, ao espalharem o vídeo omitindo o restante do contexto, os opositores geraram publicidade gratuita para o bloco situacionista por pura falha de marketing.
Outro momento de forte simbolismo ocorreu quando o presidente, em um gesto que a oposição tentou rotular como polêmica desnecessária, chamou o pré-candidato ao Senado, Rafael Motta (PDT), para subir ao palanque.
A tentativa dos adversários de criar um desgaste foi desmontada pela realidade do palco: Rafael subiu e posicionou-se de forma harmônica ao lado de Cadu e dos demais aliados da base governista.
Ainda na solenidade, mais do que demonstrar proximidade com seus aliados, o discurso de Lula evidenciou que ele conhece profundamente os seus opositores.
No palanque, ele criticou as oligarquias tradicionais da política potiguar, apontando que os adversários são "todos doutores formados", mas que historicamente nunca investiram na educação do povo como as gestões do PT, que expandiram universidades federais, transporte escolar e consolidaram o programa Pé-de-Meia.
Ao mapear o cenário com precisão, o presidente deixou claro que sabe exatamente quem combater e quem apoiar no Rio Grande do Norte. O saldo político da visita atendeu às expectativas da governadora Fátima Bezerra e do diretório estadual do partido, centralizando o debate eleitoral.
Nos bastidores, aliados já dão como certa a volta de Lula ao Estado ainda no primeiro turno da campanha para reforçar o palanque de seus candidatos.
Ao mapear o cenário com precisão, o presidente deixou claro que sabe exatamente quem combater e quem apoiar no Rio Grande do Norte. O saldo político da visita atendeu às expectativas da governadora Fátima Bezerra e do diretório estadual do partido, centralizando o debate eleitoral.
Nos bastidores, aliados já dão como certa a volta de Lula ao Estado ainda no primeiro turno da campanha para reforçar o palanque de seus candidatos.
