Neste dia 1º de abril, muitas pessoas o exaltam como o "dia da mentira". Embora essa data tenha um tom brincalhão, ela levanta questões sérias sobre nossa relação com a verdade. Pegadinhas e histórias inverídicas podem parecer inofensivas, mas podem causar danos significativos a relacionamentos, reputações e até mesmo instituições.
É alarmante que a sociedade aceite, mesmo informalmente, a propagação de mentiras. Em um país que já enfrenta desilusão em relação à honestidade, essa tolerância reforça uma cultura frágil em termos de confiança e integridade. O que pode parecer uma brincadeira, na verdade, alimenta um ciclo de desinformação prejudicial.
Na perspectiva cristã, somos lembrados de que, segundo a Bíblia, Jesus Cristo chamou Satanás de "pai da mentira" (João 8:44). Essa passagem nos convida a refletir sobre o impacto da desonestidade em nossas vidas e na comunidade. A verdade, mesmo quando difícil, é sempre o caminho mais elevado; como cristãos e cidadãos de bem, devemos ser defensores dela.
Que neste 1º de abril possamos nos comprometer a fazer apologia sobre a importância de falar a verdade, valorizar a honestidade e combater a desinformação. Tanto as "mentirinhas" quanto as "grandes mentiras" são prejudiciais e não acrescentam valor à sociedade.
Em vez de perpetuar a cultura do engano, vamos promover um ambiente que respeite e celebre a verdade, contribuindo para uma sociedade mais justa e íntegra.