A iminente diplomação e posse imediata de Zé Roberto Pezão (União Brasil) e da vice Rosa Basílio, marcada para a próxima segunda-feira (08) no Fórum de Apodi, põe fim à dança das cadeiras na Prefeitura de Itaú, mas abre as cortinas para um verdadeiro xadrez político e administrativo de alta tensão.
Assumindo o município em um mandato tampão, após a cassação de Dr. André Júnior e a transição interina do presidente da Câmara, Fernandes Melo, Zé Roberto Pezão não terá o luxo do tempo: o relógio corre contra ele se o plano for construir viabilidade para uma candidatura à reeleição em 2028.
É um governo de tiro curto, onde cada movimento precisa ser cirúrgico para destravar uma máquina pública castigada por meses de instabilidade, sob a obrigação legal e moral de manter a continuidade administrativa e concluir as obras já iniciadas na cidade.
Os bastidores fervem com dilemas que testarão a habilidade do novo gestor logo nos primeiros dias.
Do outro lado, reside o temor silencioso de conseguir equilibrar a folha de pagamento, garantir a governabilidade e cumprir as promessas de campanha sem inflar a máquina pública.
A grande incógnita que agora ecoa pelas ruas de Itaú é saber como o novo prefeito conseguirá contentar "gregos e troianos", reorganizar as finanças e mostrar serviço em tempo recorde, transformando um mandato provisório em uma vitrine de aprovação popular.





























