Tradição de acertos: O histórico que valida os números da Pesquisa Quaest/InterTV Cabugi no RN.


A divulgação da nova pesquisa contratada pela InterTV Cabugi na noite desta segunda-feira (24) trouxe números que escancaram um cenário de disputa totalmente aberta no Rio Grande do Norte para a corrida ao governo estadual.


O levantamento mostra Allyson (União) com 25%, Cadu de Lula (PT) com 21% e Álvaro Dias (PL) com 19%, revelando um quadro de intenso equilíbrio técnico. Diversos fatores explicam essa movimentação das peças no tabuleiro político potiguar, com destaque para a recente passagem do presidente Lula pelo estado, que impulsionou o crescimento de seu candidato e reforçou a musculatura do bloco governista no eleitorado.

Como é habitual no debate político, a recepção dos dados varia conforme a paixão partidária de cada um. Na prática, o eleitor emocional tende a considerar "boa" apenas a pesquisa na qual o seu pré-candidato aparece na liderança. Quando os números não agradam aos seus desejos pessoais, a primeira reação costuma ser questionar o levantamento e contestar a metodologia.

No entanto, contra fatos não há argumentos: os levantamentos divulgados pela InterTV Cabugi acumulam um histórico de precisão absoluto e nunca erraram o resultado final para o governo do Rio Grande do Norte, uma tradição de credibilidade mantida desde a época em que a emissora atendia pelo nome de TV Cabugi, como afiliada da Rede Globo.

Trata-se apenas da primeira rodada de um processo que promete muitas emoções até a decisão final nas urnas. O calendário eleitoral da emissora já está definido, com a divulgação da segunda pesquisa agendada para o dia 25 de setembro e, finalmente, a tradicional pesquisa de boca de urna no dia 4 de outubro, logo após o encerramento da votação.

É fundamental lembrar que o levantamento atual entrega um retrato do momento extremamente confiável, respaldado por um instituto de renome e por um veículo de comunicação que tem a chancela histórica de acertos no estado.

Por mais que a paixão cega de alguns tente descredibilizar a estatística, ninguém pode obrigar um militante a aceitar a realidade dos números. Afinal de contas, pesquisa eleitoral não é exercício de adivinhação nem previsão do futuro, mas sim a fotografia exata do instante em que a população foi ouvida.