Fevereiro ou Abril? A data da possível renúncia do Prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, que está "tirando o sono" dos adversários.


As movimentações políticas para as eleições de 2026 no Rio Grande do Norte já começaram a ditar o ritmo dos bastidores, especialmente em torno do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, do União Brasil. 

Informações recentes indicam que o gestor estaria planejando renunciar ao cargo em fevereiro para focar integralmente na sua pré-candidatura ao governo do estado. Embora especulações anteriores apontassem para uma saída ainda em janeiro ou até mesmo em março, a tendência atual sugere que fevereiro será o mês decisivo para essa transição política.

Apesar dos rumores de antecipação, há uma corrente de análise que acredita que o prefeito possa optar por seguir estritamente o prazo final estabelecido pela legislação eleitoral. 

Por lei, ocupantes de cargos executivos que desejam disputar outros postos devem se desincompatibilizar até seis meses antes da eleição, o que daria a Allyson Bezerra a possibilidade de permanecer no comando de Mossoró até o início de abril. Essa estratégia permitiria ao gestor entregar mais obras e manter o capital político da máquina municipal até o último momento permitido.

Enquanto a data da renúncia não é oficializada, o grupo político de Allyson Bezerra já se articula através da federação entre União Brasil e Progressistas. A nominata para a disputa por vagas na Assembleia Legislativa já conta com nomes de peso, como os deputados estaduais Nelter Queiroz, Galeno Torquato, Taveira Júnior e Kléber Rodrigues, além da vereadora natalense Camila Araújo. Essa união de forças em várias regiões do estado mostra que o projeto para o governo potiguar está sendo montado com uma base sólida e representativa.

No final das contas, o cenário ainda é de muita conversa e estratégia. Por mais que as apurações jornalísticas indiquem uma saída em fevereiro, na política os prazos muitas vezes são definidos pela conveniência do momento e pelo cumprimento das regras da Justiça Eleitoral. Cabe agora aguardar os próximos passos do prefeito de Mossoró para confirmar se ele iniciará sua jornada pelo estado de forma antecipada ou se levará o mandato até o limite do calendário oficial.