Enquanto muita gente esperava o prêmio de 1 bilhão de reais para mudar de vida, o sistema da Caixa deu aquela travada, deixando os apostadores a ver navios por horas. No fim, as bolinhas caíram, mas ficou aquela sensação de que, por aqui, até a sorte precisa enfrentar uma fila e um probleminha técnico antes de dar as caras.
Na política nacional, o clima ferve com a notícia de que Jair Bolsonaro está de volta à cela da Polícia Federal. Após passar o Natal e o Ano Novo no hospital para tratar de uma cirurgia, o ex-presidente teve seu pedido de prisão domiciliar negado e retornou para a custódia em Brasília.
O clima no Congresso é de pura tensão, com aliados e adversários já medindo forças para as eleições que batem à porta. A volta de Jair Bolsonaro ao cárcere mexe com todo o tabuleiro político e promete deixar os ânimos ainda mais acirrados neste início de ano.
Já aqui no Rio Grande do Norte, o jogo para o governo do estado está a todo vapor. O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, aparece na frente em todas as pesquisas, consolidando seu nome como o principal adversário do grupo da governadora Fátima Bezerra.
Do outro lado, o senador Rogério Marinho, que enfrenta uma rejeição considerável, já começa a dar sinais de que pode recuar da disputa. Com isso, os olhos se voltam para o senador Styvenson Valentim: será que ele topa encarar a parada e entrar de vez na briga pelo governo?
O potiguar assiste a essa dança das cadeiras esperando que, ao contrário do sorteio da Mega, as soluções para o estado não fiquem presas em "problemas operacionais".
